Brasil é o primeiro país da América Latina a assinar os Acordos Artemis

Hoje o Brasil assinou os Acordos Artemis, se tornando o primeiro país da América do Sul a fazer parceria com os Estados Unidos no programa que, entre outros esforços, levará a primeira mulher e a primeira pessoa de cor para a superfície da Lua. A cerimônia de assinatura contou com o embaixador norte-americano no Brasil, Todd Chapman, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, o ministro brasileiro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes e o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Carlos França, e com a participação virtual do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken e do senador administrador da NASA, Bill Nelson. Os Acordos tem como foco a criação de um ambiente seguro e transparente que facilite a exploração espacial, a ciência e as atividades comerciais para o benefício de todas as nações e para um futuro próspero no espaço.   

Em outubro de 2020,  os Estados Unidos convidaram o Brasil a aderir aos Acordos Artemis, uma iniciativa internacional fundamentada no Tratado do Espaço Exterior de 1967.   

“A colaboração espacial EUA-Brasil ajuda a garantir o acesso e uso responsável e seguro do espaço para todos nós. A parceria entre nossos dois países é robusta e nosso relacionamento é crítico para a paz e prosperidade de nossos cidadãos, não apenas na América, no Brasil, ou no Hemisfério Ocidental, mas em todo o mundo”, afirmou o embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman.   

Os acordos constituem uma iniciativa global marcante para a cooperação na exploração do espaço. O objetivo é estabelecer uma visão comum através de um conjunto prático de princípios, diretrizes e melhores práticas para aprimorar a governança da exploração civil e o uso do espaço exterior.   

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.