A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro volta a ocupar a Sala Martins Pena, em Brasília, com uma programação dedicada à música sinfônica e a grandes nomes do repertório internacional. A apresentação integra a temporada de 2026 e marca mais um capítulo da retomada das atividades no principal espaço cultural do Teatro Nacional.
O retorno da orquestra à Sala Martins Pena ocorre após a reabertura do espaço, que passou por um amplo processo de reforma. Desde então, o local voltou a receber apresentações e se consolidou novamente como um dos principais palcos culturais do Distrito Federal.
Repertório internacional ganha destaque
A nova apresentação aposta em obras reconhecidas do repertório clássico internacional, aproximando o público brasiliense de diferentes períodos e estilos da música de concerto.
A escolha das peças faz parte de uma proposta de programação que busca combinar tradição e diversidade artística, permitindo que diferentes gerações tenham contato com compositores fundamentais da história da música.
A temporada da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional tem utilizado a Sala Martins Pena como um dos principais espaços para suas apresentações, fortalecendo a relação entre a formação musical e o público de Brasília.
Manuela Korossy será destaque em apresentação
Um dos momentos de maior expectativa da programação está previsto para 27 de agosto, quando a orquestra prestará uma homenagem à cantora brasiliense Manuela Korossy.
Recém-formada em canto lírico pela The Juilliard School, em Nova York, uma das instituições de ensino musical mais reconhecidas dos Estados Unidos, a artista participará da apresentação como solista.
O programa reunirá árias de algumas das óperas mais conhecidas do repertório mundial, incluindo obras de Giuseppe Verdi, Giacomo Puccini e Georges Bizet.
Entre os destaques estão trechos de O Trovador e A Força do Destino, de Verdi; Madame Butterfly e Manon Lescaut, de Puccini; e Carmen, de Bizet.
Sala Martins Pena recupera protagonismo cultural
A retomada das apresentações da orquestra representa também a recuperação da Sala Martins Pena como espaço de referência para a cultura de Brasília.
O Teatro Nacional Cláudio Santoro permaneceu fechado durante anos para obras de recuperação. A reabertura da Martins Pena permitiu que a programação cultural voltasse gradualmente ao complexo.
Desde o retorno das atividades, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional vem atraindo público para seus concertos. Em 2025, aproximadamente 24 mil pessoas acompanharam apresentações da formação na sala após a reabertura.
Música clássica amplia acesso ao público
Além da qualidade artística, a temporada busca aproximar a música de concerto de um público cada vez maior.
A realização de apresentações regulares cria oportunidades para que moradores de Brasília e visitantes tenham contato com obras de diferentes tradições musicais.
A programação também contribui para valorizar músicos, cantores e maestros que atuam no Distrito Federal, ao mesmo tempo em que estabelece conexões com artistas formados em importantes centros internacionais.
Brasília fortalece agenda cultural
A presença da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional na Sala Martins Pena reforça o papel de Brasília no circuito nacional de música clássica.
A retomada do espaço permite ampliar a oferta de concertos, espetáculos e eventos culturais na capital federal, fortalecendo a programação artística e a formação de público.
Com repertório internacional e participação de artistas ligados à cena musical brasileira, a temporada de 2026 busca consolidar essa nova fase da Sala Martins Pena.
O retorno da orquestra ao palco, portanto, representa mais do que uma apresentação musical. É também um símbolo da recuperação de um importante equipamento cultural de Brasília e da continuidade de uma programação voltada à valorização da música sinfônica.









