Embaixada da Romênia em Brasília promove concerto de música tradicional do País

Estudantes da Universidade de Brasov na Transilvânia, vieram até Brasília especialmente para uma apresentação na Embaixada da Romênia para comemorar a Diáspora romena no Brasil. A noite do dia 01 de junho foi para os ilustres convidados uma ocasião muito especial, violinista, flautistas, pianistas, cantores e dançarinos animaram a festa que contou também com comida no estilo romeno .

O reitor da renomada universidade,Ioan Vasile estava presente e em uma entrevista a jornalista Fabiana Ceyhan, disse que a Embaixadora Monica Mihaela foi a intermediadora importante para o acontecimento, já que tinha um contato direto com o reitor, articulando assim a vinda dos estudantes da universidade de música para o espetáculo na capital federal, contando com o Ministério de Relações Exteriores da Romênia proporcionado aos brasileiros, conhecer melhor a cultura popular romena.

A  Cultura da Romênia é única, graças à sua evolução histórica e geográfica distinta. É fundamentalmente definida como um ponto de encontro de três regiões: Central, Leste e Sudeste da Europa, mas pode ser realmente incluída em qualquer um deles.

A cultura romena consiste na originalidade, a versão mais moderna se desenvolveu nos últimos 250 anos, sob uma forte influência das culturas da Europa Ocidental, especialmente da francesa e alemã. Além disso, sob a influência bizantina e eslava, os romenos tornaram-se o único povo de origem latina de maioria cristãos ortodoxos.

As relações entre Brasil e Romênia são sólidas e estáveis e a Embaixadora Monica tem trabalhado muito a fim de aumentar ainda mais os fluxos comerciais e culturais entre os dois países.

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Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.