Ministros da Defesa de onze países das Américas participam de Fórum em Brasília

Ministros da Defesa de onze países das Américas participam de um fórum em Brasília com a intencao de debater sobre segurança, fluxos migratórios, questões ambientais, defesa do ciberespaço, entre outros .

O ministro brasileiro, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira reforcou com os seus homologos compromissso com a paz, a democracia e a colaboração com ações humanitárias da Organização das Nações Unidas (ONU) durante a XV Conferência de Ministros da Defesa das Américas. O evento segue até sexta-feira (29).

Além do Brasil, participamrda XV Conferência de Ministros da Defesa dos seguintes países: Argentina, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Haiti, Honduras, México, Paraguai, Suriname e Uruguai.

Ao término do fórum será assinada a Declaração de Brasília pelos Ministros da Defesa dos Estados-membros da CMDA, documento que assinala a agenda da XVI CMDA durante o biênio 2023/2024, os temas que serão estudados nos próximos Grupos de Trabalho, as conclusões dos debates e o compromisso dos Estados Membros no âmbito das Conferências.

O fórum
Criada em 1995, a CMDA é integrada e dirigida pelos Ministérios de Defesa ou Segurança dos Países das Américas, com a autorização dos governos de seus respectivos países.

Além de presidir a Conferência, o Brasil terá sua delegação representando o País em consonância com os Objetivos Nacionais de Defesa previstos na Política Nacional de Defesa. Entre estes, destacam-se: contribuir para a estabilidade regional e para a paz e a segurança internacionais; e contribuir para o incremento da projeção do Brasil no concerto das nações e sua inserção em processos decisórios internacionais.

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Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.