Embaixador Rashad Novruz recebe convidados para lembrar o Janeiro Negro

Azerbaijaneses de todo o mundo lembram um dos eventos mais trágicos na história do país , denominado de janeiro negro. Para eles, é um importante momento de reflexão e referência à memória daqueles que morreram pela liberdade. Há 32 anos atrás, em 1990, as tropas soviéticas invadiram Baku, capital do Azerbaijão, para reprimir o movimento de independência do Azerbaijão. Naquele dia, 133 pessoas foram mortas e mais de 700 feridas. O Azerbaijão declarou a restauração de sua independência em 18 de outubro de 1991.

Em Brasília, o Embaixador Rashad Novruz, recebeu convidados para explicar sobre a importância desta triste data em seu país.

Apesar de consequências, o dia 20 de janeiro marcou a história do Azerbaijão como uma das páginas mais gloriosas. Todos os anos, neste dia, centenas de milhares de azerbaijaneses visitam a Avenida dos Mártires para homenagear as vítimas do Janeiro Negro. Movimento de libertação que começou muito antes deste evento se tornou irreversível após este dia. Este ano, comemoramos esta data em uma situação completamente nova – durante setembro/novembro de 2020 o glorioso exército do Azerbaijão, sob a liderança do Presidente Ilham Aliyev, libertou os territórios do Azerbaijão da ocupação armênia que durou quase 30 anos e esta vitória é um tributo à memória dos mártires que sacrificaram suas vidas no dia sangrento de 20 de janeiro de 1990. A memória dessas pessoas permanecerá em nossos corações para sempre

Vale lembrar que o Brasil foi um dos primeiros países da América Latina que reconheceu a independência do Azerbaijão e estabeleceu relações diplomáticas com a jovem república em 1993. Baku vê Brasília como um parceiro forte e confiável na arena internacional e esta abordagem recebe resposta adequada do governo da República Federativa do Brasil.

Com informacões do site www.espaçocaspio.com.br

Compartilhe

Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.