Aplicativo utiliza inteligência artificial para identificar conexões estratégicas entre mulheres líderes e empresárias de diferentes países e dar continuidade aos relacionamentos iniciados no mundo real
Fazer networking é fácil. Transformá-lo em relacionamento, parceria e negócio é o verdadeiro desafio.
É justamente para enfrentar esse desafio que o grupo Women Moving the World, ligado à Associação Comercial do Distrito Federal, lança oficialmente o WMW, seu aplicativo internacional de conexão empresarial. A plataforma foi criada para transformar encontros, contatos e relacionamentos entre mulheres em conexões efetivas, estratégicas e capazes de gerar negócios.
A proposta vai além de uma rede social ou de uma plataforma convencional de networking. O aplicativo utiliza inteligência artificial e um algoritmo de conexão para cruzar informações sobre cada participante e identificar possibilidades de aproximação a partir de três dimensões fundamentais: o que cada mulher é, o que ela tem e o que ela precisa. É essa inteligência que transforma uma rede de contatos em uma verdadeira rede de conexões.
Em um congresso, uma missão empresarial, uma rodada de negócios ou mesmo em um encontro informal, uma empresária pode conhecer dezenas de mulheres. Trocam-se cartões, telefones e perfis nas redes sociais. Depois, a rotina volta ao normal e grande parte daqueles contatos se perde. O aplicativo foi criado para que isso não aconteça.
A plataforma mantém o relacionamento vivo e utiliza os dados profissionais e empresariais cadastrados para identificar quem pode ter uma necessidade, competência, produto, serviço, experiência ou oportunidade complementar à de outra participante. Assim, uma conexão que poderia terminar em um cartão de visita passa a ter a possibilidade de se transformar em uma ponte para uma parceria, uma indicação, um novo cliente, um fornecedor, uma sociedade, uma expansão internacional ou um novo mercado.
Da troca de cartões à inteligência de conexões
O grande diferencial do aplicativo está na efetividade do networking. A tecnologia não substitui o relacionamento humano — ao contrário, ela potencializa o encontro humano.
A inteligência artificial funciona como uma camada de inteligência sobre a rede formada pelas participantes. Ao compreender perfis, interesses, competências e necessidades cadastradas, o sistema aponta conexões que talvez não fossem percebidas espontaneamente. Isso significa que o networking deixa de depender exclusivamente da memória ou da iniciativa individual de cada participante: a empresária não precisa lembrar, meses depois de um evento, quem conheceu e quem poderia ajudá-la — a própria plataforma organiza, cruza e aproxima essas possibilidades.
O resultado é uma mudança de paradigma: de uma rede baseada na quantidade de contatos para uma rede baseada na qualidade e na pertinência das conexões.
O nosso propósito não é colocar mais mulheres em uma mesma rede. É fazer com que as mulheres certas encontrem umas às outras. Queremos que o contato não termine quando o evento acaba. A tecnologia entra justamente para transformar o encontro em relacionamento e o relacionamento em oportunidade concreta de negócio.
— Marina França Leder / Glenda Sousa Marques, [cargo]
Uma rede que pensa junto com a empresária
O conceito do aplicativo parte de uma pergunta simples, mas poderosa: quem você é? O que você tem? O que você precisa? A partir dessas respostas, a plataforma constrói um mapa de possibilidades dentro da própria rede.
Uma empresária que busca entrar em determinado mercado pode encontrar outra participante que já atua naquele país. Uma profissional que precisa de determinado serviço pode ser conectada a uma especialista da rede. Uma empreendedora que possui uma solução pode encontrar uma empresa que precisa exatamente daquela solução. É uma lógica de conexão por complementaridade, e não apenas por proximidade ou interesse genérico. Quanto mais estruturada e atualizada estiver a informação sobre as participantes, maior é o potencial da rede para produzir conexões relevantes.
Networking internacional que ultrapassa fronteiras
A proposta ganha ainda mais força por sua dimensão internacional. O Women Moving the World pretende conectar mulheres líderes e empresárias de diferentes países, criando uma rede que não está limitada às fronteiras geográficas. A tecnologia permite que uma mulher esteja em Brasília e encontre uma oportunidade com outra empresária na Alemanha, em Portugal, nos Estados Unidos, na Ásia ou em qualquer outro mercado integrado à rede.
Dessa forma, o aplicativo funciona também como uma ferramenta de internacionalização de negócios, aproximando empreendedoras, executivas e profissionais que dificilmente teriam a oportunidade de se encontrar sem uma estrutura de conexão organizada.
O algoritmo como ponte — e não como barreira
Em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, existe uma contradição: as pessoas têm mais contatos, mas nem sempre têm mais conexões. O aplicativo do Women Moving the World nasce justamente para solucionar essa lacuna. Não se trata de acumular contatos — trata-se de encontrar as conexões que fazem sentido.
O algoritmo atua como uma ponte entre pessoas que podem gerar valor umas para as outras, reduzindo o ruído existente em grandes redes e aumentando a possibilidade de encontros relevantes. A tecnologia, nesse modelo, não é o fim: é o meio para tornar o networking mais humano, mais inteligente e mais efetivo.
Compromisso social
O projeto também carrega um propósito social. Parte dos recursos gerados pela plataforma WMW será destinada a iniciativas de apoio a mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade, reforçando o compromisso do grupo em transformar network e negócios em impacto social concreto.
Sobre o Women Moving the World
O lançamento oficial da plataforma acontece durante a cerimônia de posse do grupo Women Moving the World, ligado à Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), no dia 16 de setembro de 2026, a partir das 20h, na Península dos Ministros (QL 12, Conjunto 04, Casa 01 — Lago Sul, Brasília/DF). A presidência do grupo é exercida pela empresária Marina França Leder, que reside na Alemanha, enquanto a vice-presidência está a cargo da empresária e advogada Glenda Sousa Marques.
A criação do aplicativo representa um novo passo na proposta do grupo de aproximar mulheres que ocupam posições de liderança, empreendedoras e empresárias, criando uma rede internacional baseada não apenas em relacionamento, mas em conexões que possam produzir resultados concretos.
A ideia é transformar o networking em uma estrutura permanente de oportunidades. Porque, no mundo dos negócios, conhecer alguém é apenas o começo — o verdadeiro valor está em saber por que aquela conexão importa, o que pode nascer dela e como fazer com que ela não se perca.
Women Moving the World: uma rede que conecta pessoas, inteligência que encontra possibilidades e conexões que podem gerar negócios.









