
A China, em parceria com Brasil, África do Sul e a União Africana, divulgou um plano de ação que promove o acesso aberto e o compartilhamento global de artigos científicos e pré-publicações de alta qualidade. O documento também propõe a abertura de infraestruturas de pesquisa, incluindo grandes instalações científicas, a usuários de todo o mundo, com o objetivo de reduzir o fosso no acesso à informação científica entre países.
Segundo o texto integral do Plano de Ação para a Cooperação Internacional em Ciência Aberta, publicado no site do Ministério da Ciência e Tecnologia da China, a iniciativa foi lançada pelas quatro partes em 2024 e está alinhada à Recomendação sobre Ciência Aberta da UNESCO.
O plano estabelece princípios como igualdade de benefícios, respeito à diversidade, acesso universal ao conhecimento e cooperação aberta. Entre os seis objetivos centrais estão o fortalecimento da governança global da ciência aberta, o apoio a mecanismos multilaterais, a ampliação do compartilhamento internacional de dados científicos, o desenvolvimento e uso conjunto de infraestruturas de pesquisa, a promoção da circulação aberta de periódicos científicos de classe mundial e o reforço da capacitação científica em países em desenvolvimento.
O documento também prevê o incentivo à participação pública em iniciativas de ciência aberta e destaca que a proposta permanece aberta à adesão de novos parceiros que apoiem seus princípios, incluindo países membros do G20.
Fonte: chinahoje








