Veja a seguir os 11 grupos de empresas e institutos públicos e privados que desenvolvem a vacina contra a Covid-19

A reportagem esclarece que mais vacinas podem estar sendo desenvolvidas, no entanto foram essas as informações colhidas até o momento pela nossa redação.

As infecções e as mortes pelo Coronavírus crescem em um ritmo assustador por todo o planeta.  No entanto, muitos laboratórios, grupos de empresas e cientistas, trabalham dia e a noite na busca de uma vacina capaz de eliminar o Covid-19 .

Pelo menos 11 vacinas estão sendo desenvolvidas por Universidades e institutos públicos ou particulares, algumas já foram testadas em humanos.A velocidade com que as investigações estão sendo conduzidas, segundo os cientistas, é excelente, já que o desenvolvimento de uma vacina pode levar anos.

Normalmente uma vacina deve seguir várias etapas, primeiro no laboratório e depois em testes em animais. Se for demonstrada que a vacina é segura e pode provocar uma resposta imune, então os testes em humanos começam. Muitos infectologistas afirmam que o mundo só voltará a normalidade quando uma vacina for desenvolvida.

11 grupos de empresas, institutos públicos e privados de diferentes países que desenvolvem a vacina:

Sars-CoV-2 –  Fiocruz, unidade de Minas Gerais,( Brasil )integrada com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV). O objetivo da Fiocruz é usar o vírus da gripe Influenza como um vetor vacinal para gerar um anticorpo contra o Coronavírus.

Nome não informado: Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP),do (Brasil) sob a coordenação do professor titular da universidade Jorge Kalil, iniciaram os trabalhos ainda em fevereiro e agora já fazem os primeiros testes em camundongos.

ChAdOx – Universidade de Oxford, do Reino Unido. A equipe dessa universidade utiliza o vírus que provoca infecções em chimpanzés. Esse vírus foi alterado para que no corpo humano produza anticorpos contra o Coronavírus.

LV SMENP – DC – Instituto Médico Genoimune de Sherenzhen, da China. Esse instituto chinês trabalha com a criação de novas células que consigam combater as células infectadas pelo Coronavírus.

INO – 480 – Inovio Phamaceuticals, Estados Unidos.  Essa empresa da Pensilvânia usa uma estratégia nova, baseada na injeção direta de DNA para criar anticorpos capazes de combater o ataque do Coronavírus

BNT162 – BioNTech, Pfizer e o Instituto Paul – Ehlich, da Alemanha.  A vacina está pronta e já foi testada em mais de 200 pessoas na Alemanha. Essa vacina é para ser aplicada em pessoas saudáveis, que já tiveram ou não pegaram ainda o Coronavírus.

Pitt Co Vacc – Universidade de Pittsburg, Estados Unidos.  O grupo dessa universidade isolou a “proteína-espinho” (Spike, em inglês). Acreditam e querem provar que essa proteína vai gerar a imunidade contra o Coronavírus.

MRNA – 1273 –  Moderna Therapeutics, Estados Unidos. A empresa farmacêutica de Massachusetts objetiva criar uma vacina que “treine”o sistema imunológico de cada pessoa para conseguir combater o Coronavírus. A Moderna utiliza um pequeno código genético do próprio Coronavírus para o criar a imunidade nas pessoas.

ADS – nCOV – CanSino Biologics, da China. Essa empresa chinesa utiliza o vírus que causa o resfriado comum. A CanSino acredita que será capaz de fortalecer a imunidade das pessoas e evitar o ataque do Coronavírus.

Sem nome ainda – Instituto de Produtos Biológicos, da cidade de Wuhan, da China. Esse instituto da cidade chinesa onde começou a pandemia mundial, utiliza partículas do próprio Coronavírus. É a técnica mais comum e mais experimentada na produção de vacinas. Essa vacina é certa que será produzida, mas ficará pronta entre 12 a 16 meses.

Sem nome ainda – Instituto de Pesquisa da Galileia (MIGAL) de Israel. Os cientistas de Israel utilizam o vírus que provoca a Bronquite Infecciosa nas galinhas e faisões.  Já alteraram o código desse vírus para que possa no corpo humano reagir contra o Coronavírus. Israel também utiliza células classificadas de PLX que aumentam a imunidade das pessoas para superar o Coronavírus.

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.