Fórum de Davos inicia esta semana com paz, segurança e inteligência artificial na ementa

O Brasil será representado por uma comitiva que inclui as ministra Marina Silva (Meio Ambiente) Nísia Trindade (Saúde) e o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), além de Celso Amorim, assessor especial da presidência

O Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, Suíça, começou nesta segunda-feira (15) e seguirá até a quinta (19). O Brasil será representado por uma comitiva que inclui as ministra Marina Silva (Meio Ambiente) Nísia Trindade (Saúde) e o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), além de Celso Amorim, assessor especial da presidência.

As pautas serão debatidas por cerca de 60 chefes de Estado e de governo, além de mais de 800 empresários. Os destaques são o impacto da inteligência artificial, segurança e cooperação.  Os conflitos entre Rússia e Ucrânia, além de Israel e Palestina, também terão lugar no ambiente de discussão.

Sobre inteligência artificial, o FMI acaba de publicar um relatório dando conta da “fantástica oportunidade” que ela representa para o crescimento mundial sem, contudo, ocultar que esta tecnologia poderia ter consequências sobre 60% dos empregos das economias avançadas e que poderia contribuir para piorar o desempenho dos países mais vulneráveis.

Como todos os anos, a Oxfam publicou, às vésperas do Forum, um levantamento sobre o aumento do fosso entre os mais ricos e os pobres, intitulado “multinacionais e desigualdades múltiplas”.  O documento também pede mais equilíbrio em termos de política fiscal, nomeadamente com a instauração de um imposto sobre as maiores fortunas que, segundo as suas estimativas permitiria angariar 1,8 bilhão de dólares por ano.

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Fabiana Ceyhan

Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.