Estiveram presentes hoje(18) no Fórum Mundial da Àgua em Brasília, representantes de mais de 100 países debatendo a declaraçao ministerial

Mais de 100 países  participaram hoje do Fórum Mundial da água em Brasília.  Vários  representados pelos seus ministérios e delegações comentaram em uma conferência sobre os tópicos da declaração ministerial elaborada para solucionar problemas de falta de água, mudanças climáticas, estabelecer estratégias de uso da água, adaptação a novas formas de desenvolvimento sustentável entre vários outros aspectos que precisam de mudanças em todo o mundo.

Alguns países sugeriram mudanças na declaração de acordo com as suas necessidades futuras. As sugestões de alguns  acabaram se tornado debates calorosos e as questões políticas entre eles não foi totalmente deixada de lado. Alguns pontos da declaração  onde sugere-se que seja encorajado a divisão da água por países que possuem mais recursos hídricos naturais foi muito comentado e os representantes da Turquia se divergiram com os egípcios na questão onde dizia que deve-se encorajar a não haver fronteiras sobre a divisão de águas e cooperação entre países para o uso futuro.

A Turquia não se mostrou intencionada a participar deste encorajamento escrito no texto, sugerindo mudanças. Já a delegação ministerial egípcia defende a cooperação entre nações para o uso da água, já que a previsão futura é de escassez no país. Em outros pontos Israel e Palestina também se divergiram sobre o texto, o representante sugeriu que a redação  fosse alterada para constar que territórios ocupados também tivesses seus direitos á água garantidos, o que foi prontamente negado pela delegação de Israel presente no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília. O Debate que teve inicio as 14h deste domingo estendeu-se até as 11 da noite devido á diferentes pontos de vista dos países presentes.

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.