Embaixador do Paquistão recebe convidados no clube naval em Brasília

Com a presença de diplomatas, embaixadores, jornalistas, adidos militares e simpatizantes da cultura, a Embaixada do paquistão comemorou a data nacional do país no clube naval em Brasília, no dia 23 de março.

Estabelecidas em 1951, as relações bilaterais foram impulsionadas quando da visita ao Brasil do Presidente Pervez Musharraf (2004) e da viagem ao Paquistão do Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim (2005).
Brasil e Paquistão mantêm reuniões regulares de consultas políticas, nas quais dialogam sobre iniciativas bilaterais e trocam impressões sobre temas de interesse global. A mais recente dessas reuniões foi realizada em Islamabade. Os dois países mantêm tradicionalmente diálogo fluido em foros multilaterais econômicos, especialmente no que diz respeito à agricultura.
A cooperação técnica é uma das principais vertentes das relações bilaterais. Um Acordo Básico de Cooperação Técnica está sendo negociados entre os dois países. Em 2012, o Paquistão foi incluído no Programa de Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G) e no Programa de Estudantes Convênio de Pós-Graduação (PEC-PG), o que possibilita a candidatura de estudantes paquistaneses a vagas de graduação e a bolsas de pós-graduação nas universidades brasileiras de maior prestígio. O Brasil ofereceu bolsas de estudos de doutorado em instituições brasileiras para dez pesquisadores paquistaneses.
O Brasil é principal parceiro comercial do Paquistão na América Latina. Há potencial para diversificar a pauta bilateral em setores como o de aeronaves e, em especial, o de biocombustíveis, uma vez que o Paquistão busca um novo modelo de gestão de energia.
Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.