DF recebe o 8º FestFlor Brasil, maior feira de flores e plantas ornamentais da capital

Com apoio da Emater-DF, evento visa fortalecer a floricultura

A oitava edição do FestFlor Brasil, maior evento de flores e plantas ornamentais do Distrito Federal, começa nesta quinta (30) e vai até domingo (3 de dezembro), na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), das 11h às 19h. A programação é gratuita e vai contar com palestras e oficinas sobre floricultura, além de estandes que vão expor e comercializar flores e plantas para todos os gostos.

O festival é organizado pela Sempre Eventos em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), a Secretaria de Turismo (Setur), a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), a Ceasa-DF e a Embrapa. A Emater vai atuar na mobilização dos produtores de flores e plantas ornamentais do DF para participação no FestFlor Brasil. O objetivo é apresentar ao visitante produtos de qualidade e, por meio do espaço institucional da empresa, mostrar os avanços e oportunidades do setor.

De acordo com o presidente da Emater, Cleison Duval, a floricultura é uma cadeia prioritária, que arrecadou quase R$ 182 milhões em Valor Bruto de Produção (VBP) em 2022. A cadeia da floricultura movimenta mais de cinco mil empregos diretos e indiretos no Distrito Federal.

“O mercado da floricultura no DF apresenta grande potencial de crescimento por fatores como proximidade com o mercado consumidor, clima favorável, facilidade de escoamento, além de Brasília se colocar entre os principais consumidores de flores do país. Por isso a retomada desta feira, que é a mais importante da região, não só do ponto de vista da oportunidade de comercialização, mas também pela troca de informações diretamente com os produtores”, destaca Duval.

A sétima edição do FestFlor Brasil ocorreu em 2019, e o retorno do evento traz  grande expectativa nos diversos setores da floricultura, por proporcionar oportunidades de comercialização, gerar emprego e renda aos produtores locais e reunir no mesmo local o que há de melhor da cadeia de produção, como flores de corte, de vaso, paisagismo, insumos em geral. Tudo isso permite ao público acessar produtos de qualidade, com preços competitivos.

“Brasília é uma cidade privilegiada pelos seus jardins e toda a arquitetura planejada, com uma arborização que torna a cidade ainda mais linda. A capital também é considerada um dos principais polos consumidores da produção de flores. A Setur incentiva a realização de eventos como o FestFlor por trazer para nossa capital a movimentação econômica e o fortalecimento da produção do comércio local de flores. Brasília é uma cidade preparada para a realização de grandes eventos, com uma estrutura receptiva, gastronômica, hoteleira e locomotiva para atender os visitantes”, ressalta o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.

Floricultura

De acordo com o Relatório do Valor Bruto de Produção (VBP), elaborado pela Emater, na cadeia da floricultura convencional, em 2022, havia 239 produtores que cultivaram flores e plantas ornamentais numa área de 441,80 hectares e arrecadaram R$ 181.786.448.

Entre as espécies mais produzidas estão as gramas, palmeiras em geral, flores de corte – como aster e lisiantus -, forrações diversas, com destaque para a liríope, e flores e folhagens tropicais diversas.

A espécie com maior VBP arrecadado em 2022, segundo o relatório da Emater, foi forração em geral, com R$ 40,440 milhões e produzida por 13 produtores rurais. Cactos e suculentas foram apresentados por 71 produtores, o maior número de agricultores da cadeia, que movimentaram R$ 8.413.800.

*As informações são da Agência Brasília.

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Fabiana Ceyhan

Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.