Cidades brasileiras são reconhecidas internacionalmente por práticas de turismo sustentável

Tema é foco dos debates do GT de Turismo do G20

Oito cidades brasileiras entraram para a lista TOP 100 Good Practice Stories 2023, que reconhece ações pelo turismo sustentável em todo o mundo. Estão no ranking da organização holandesa Green Destinations as cidades catarinenses de Urubici; Bom Jardim da Serra; Bombinhas e Navegantes. E, no Rio Grande do Norte, o destaque ficou por conta das localidades litorâneas Tibau do Sul, São Miguel do Gostoso e Apodi.

“O turismo é um agente transformador para o crescimento, inclusão e equidade, mas é preciso estabelecer parcerias sólidas entre governos, empresas, organizações da sociedade civil e comunidades locais”, defendeu Ana Carla Lopes, secretária-executiva do Ministério do Turismo. A pasta coordena as atividades do Grupo de Trabalho de Turismo no G20 e tem apresentado medidas para promover o desenvolvimento sustentável no setor, por meio da cooperação internacional e em diálogo com as instituições multilaterais.

GT de Turismo

O ecoturismo é a 2ª maior motivação da visita de estrangeiros no Brasil (16,3%), ficando atrás somente do segmento de sol e praia (71,7%), de acordo com informações do Ministério do Turismo. A experiência brasileira deu as bases para a elaboração das prioridades que serão discutidas no fórum sobre turismo e desenvolvimento sustentável na Trilha de Sherpas do fórum.

O trabalho será integrado à Trilha de Finanças para buscar orientações sobre o financiamento do turismo nos bancos multilaterais e impulsionar o setor como um vetor do desenvolvimento socioeconômico.

As informações são do G20.org.

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Fabiana Ceyhan

Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.