Press Release of the Press Service Department of the Ministry of Foreign Affairs of the Republic of Azerbaijan

The military provocation of the Armenian armed forces on July 12 in the direction of the Tovuz district along the Azerbaijani-Armenian border was prevented, and the enemy forces faced adequate retaliatory strikes. Today, the situation in the region continues to be tense, and all the attacks of the Armenian armed forces have been met with appropriate countermeasures.
On July 13, 2020, the Armenian armed forces targeted the village of Dondar Gushchu in the Tovuz district of Azerbaijan and its civilian population using large-caliber weapons. By this act, Armenia has once again demonstrated its aggressive and terrorist nature.
As in the April events of 2016, Armenia, engaged in artillery shelling of densely populated territories of Azerbaijan, grossly violates all its obligations, fundamental norms and principles of international law, including international humanitarian law. And the Armenian leadership, which is behind this provocation, reveals its Nazi nature.

As a result of the ongoing provocation of the Armenian armed forces, there are still no casualties among the Azerbaijani civilian population, and all enemy attacks are adequately prevented. The Armenian leadership should be sure that every Azerbaijani civilian share and demonstrates the high determination and courage shown by the Azerbaijani armed forces on the battlefield. Because Azerbaijan’s position is a position of justice and is based on international law.
The leadership of Armenia by continuing the aggressive policy, and trying to strengthen the consequences of the occupation of the internationally recognized territories of Azerbaijan, must be sure that this policy promises nothing but shame, failure and self-destruction. The Armenian leadership should not think that their actions will go unpunished. As in any case of every occupation, the Armenian occupation is temporary and the country will be held accountable for all its illegal actions.

PREVIOUS STATEMENT OF MFA OF AZERBAIJAN IN PORTUGUESE

DECLARAÇÃO DO MINISTÉRIO DE RELAÇÕES EXTERIORES DA REPÚBLICA DO AZERBAIJÃO

Em 12 de julho, as forças armadas da Armênia tentaram atacar, usando artilharia, a fim de tomar posições na região de Tovuz, ao longo da fronteira entre o Azerbaijão e a Armênia.

O ataque das forças inimigas foi impedido por medidas retaliatórias.
Por causa do combate, três militares do exército do Azerbaijão foram mortos e quatro ficaram feridos.

Esse ato provocador das forças armadas armênias deve ser visto como uma continuação das ações e declarações recentes da liderança do estado agressor da Armênia, que servem para aumentar as tensões na região.

A Armênia, que reflete na sua política agressiva na estratégia de segurança nacional do país, demonstra abertamente que pretende conquistar novas posições e aumentar as tensões na região, em vez de eliminar as consequências do conflito e retirar suas forças de ocupação dos territórios internacionalmente reconhecidos do Azerbaijão .

Essa provocação da Armênia coloca sérias dúvidas sobre a essência das negociações mediadas pelos co-presidentes do Grupo de Minsk sobre a solução do conflito entre Armênia-Azerbaijão Nagorno-Karabakh.

A Armênia está tentando envolver outros países no conflito Armênia-Azerbaijão com essas ações provocativas. No entanto, as posições da comunidade internacional na política agressiva da Armênia são bastante conhecidas.

Todas as provocações das forças inimigas serão adequadamente impedidas a partir de agora.

A Armênia assume total responsabilidade por ações provocativas que servem para agravar a situação.

Deus abençoe as almas dos nossos mártires.

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.