O Embaixador da Geórgia no Brasil colocou a “mão na massa” no restaurante Baco em Brasília

O Embaixador da Geórgia no Brasil, David Solomonia e a embaixatriz Lena Terentieva, promoveram ontem no restaurante Bacco em Brasília, um jantar para amigos da Geórgia e jornalistas. No jantar o prato da noite foi o khachapuri, o khachapuri É um prato popular e democrático encontrado em todas as mesas georgianas, o modo de preparo muda de acordo com a região do país. O embaixador preparou ele mesmo a massa e ele e a esposa serviram os convidados.

Uma lenda da Geórgia diz que, quando Deus estava a criar o mundo, fez uma pausa para comer e tropeçou nas montanhas do Cáucaso, deixando cair parte da comida, tornando esta terra abençoada pelos restos da comida celestial.

culinária da Geórgia usa uma grande variedade de carnes, peixe e vegetais, mas o que a faz especial são ingredientes como as nozes, ervas aromáticas, malagueta, sementes de romã, vários tipos de queijos e picles. Um condimento ou molho tradicional é o tkemali, feito com ameixas ácidas. Mas, para além da comida, a Geórgia é famosa pelos seus vinhos e conhaques. 

A primeira coisa que se oferece a um convidado na Geórgia é khachapuri, um pão recheado com um queijo ligeiramente salgado. Depois, vem o lobio, uma preparação com feijão fresco, tirado da vagem, que é um prato sempre presente na mesa georgiana. Num jantar de amigos, cada pessoa tem um pequeno prato no qual vai comendo as diferentes iguarias que estão sempre presentes; e a festa dura sempre muito tempo, com muitas “saúdes” e canções. 

O pão está sempre presente na mesa e o mais tradicional é o “shotis puri”, em forma de meia-lua e assado num forno vertical, o tonê (equivalente ao tandur).

 

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.