Entenda o que significa o “Janeiro Negro” na história do Azerbaijão

29 years have passed since the January events of 1990 which went down in the history of Azerbaijan as Black January. Azerbaijani people still remember the tragic day of January 20 as if it happened yesterday.

Hundreds of civilians were crushed and injured by the Soviet troops in Baku during the night of January 19-20, 1990, based on an direct order from the USSR leadership that was trying to maintain the Communist regime in Azerbaijan and strangle the national liberation movement.
Every year Black January victims are commemorated with great sorrow not only by the people in Azerbaijan, but all Azerbaijanis throughout the world.
The 70-year Soviet oppression against Azerbaijan culminated with the bloody tragedy on January 20, 1990. Late at night 26,000 Soviet troops and special forces called “Alfa”, without declaring a state of emergency, entered Baku and committed atrocities against the innocent Azerbaijani people. The invasion was launched at midnight and was committed with brutality; even children, women and the elderly were not spared.

In total, as a result of the intrusion of troops into Baku and regions of the republic 133 people were killed, 611 wounded, 841 illegally arrested and five went missing.
Though the Azerbaijani people suffered military, moral and political aggression, they displayed their ability to maintain the traditions of historical heroism and resist the cruelest attacks for the sake of the freedom and independence of their motherland, even at the cost of their lives. The sons and daughters of the motherland perished on January 20, 1990 while defending the freedom and independence of Azerbaijan and with their bravery made history in the chronicles of heroism of our country.

After the January 20 events in Baku, National Leader of Azerbaijani people Heydar Aliyev, visited the permanent representation of Azerbaijan in Moscow, and during press conference sharply condemned this brutality and called the allegiance a terrorist act against the people, democracy and humanity. The fact that the Great Leader made such a statement at a time when the Soviet Empire existed once more proved that great steps in politics were thrown by genius personalities.
Under the decrees of the President of Azerbaijan Heydar Aliyev dated December 16, 1999, all the victims of the crackdown were dedicated the title “Martyrs of January 20.”

29 anos se passaram desde os eventos de janeiro de 1990, que ficaram conhecidos na história do Azerbaijão como Janeiro Negro. O povo do Azerbaijão ainda se lembra do trágico dia de 20 de janeiro como se tivesse acontecido ontem.

Centenas de civis foram esmagados e feridos pelas tropas soviéticas em Baku durante a noite de 19-20 de janeiro de 1990, com base em uma ordem direta da liderança da União Soviética que tentava manter o regime comunista no Azerbaijão e estrangular o movimento de libertação nacional.

Todos os anos, as vítimas do Janeiro Negro são lembradas com grande pesar não apenas pelo povo do Azerbaijão, mas por todos os azerbaijaneses no mundo todo.

A opressão soviética de 70 anos contra o Azerbaijão foi culminada com uma tragédia sangrenta no dia 20 de janeiro de 1990, na madrugada do dia 20/01, 26.000 tropas soviéticas e forças especiais chamadas “Alfa”, sem declarar estado de emergência, entraram em Baku e cometeram atrocidades contra o inocente povo azerbaijanês. A invasão foi realizada à meia-noite e foi cometida com brutalidade; nem mesmo crianças, mulheres e idosos foram poupados.

No total, com o resultado da invasão das tropas em Baku e nas regiões da república, 133 pessoas foram mortas, 611 ficaram feridas, 841 foram presas ilegalmente e cinco desapareceram.

Embora o povo do Azerbaijão tenha sofrido agressão militar, moral e política, eles demonstraram sua capacidade de manter as tradições de heroísmo histórico e resistir aos ataques mais cruéis em prol da liberdade e independência de sua pátria, mesmo à custa de suas vidas. Os filhos e filhas da pátria morreram em 20 de janeiro de 1990, enquanto defendiam a liberdade e a independência do Azerbaijão e, com sua bravura, fizeram história nas crônicas do heroísmo de nosso país.

Após os eventos de 20 de janeiro em Baku, o líder nacional do povo azerbaijanês Heydar Aliyev, visitou a representação permanente do Azerbaijão em Moscou, e durante a conferência de imprensa condenou duramente essa brutalidade e chamou essa aliança de um ato terrorista contra o povo, a democracia e a humanidade. O fato de o Grande Líder ter feito tal afirmação numa época em que o Império Soviético existia mais uma vez provou que grandes passos na política foram dados por personalidades geniais.

De acordo com o decreto do Presidente do Azerbaijão, Heydar Aliyev, de 16 de dezembro de 1999, todas as vítimas da repressão receberam o título de “Mártires de 20 de janeiro”.

Fonte: Embaixada do Azerbaijão no Brasil

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.