Embaixador do Japão, Teiji Hayashi, visita Piauí e conhece escola que ensina japonês

Visita do diplomata é promovida pelo Centro de Cultura Japonesa (CPCJ)

Com objetivo de fortalecer os laços de educação e parceria entre a cidade de Teresina e o Japão, o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, visita, nesta segunda-feira (29), a Escola de Língua Japonesa em Teresina, sediada no Centro de Formação Professor Odilon Nunes, da Secretaria Municipal de Educação (Semec), zona Norte de Teresina.

A visita do embaixador, promovida pelo Centro de Cultura Japonesa (CPCJ), acontecerá em meio aos resultados satisfatórios obtidos pela escola. Na oportunidade, estarão presentes o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, o secretário municipal de Educação, professor Nouga Cardoso, e o secretário executivo de Ensino, professor Reinaldo Ximenes.

O coordenador do CPCJ, Seiji Nataywma, ressalta que os resultados alcançados pelo centro estão entre os melhores do Brasil e que ficou surpreso com a notícia da visita do embaixador à escola. “A embaixada japonesa no Brasil soube dos bons índices obtidos e metas alcançadas pela cidade de Teresina, através do Centro de Formação. Por conta disso, o embaixador vai visitar o CPCJ a fim de saber o que fazemos para atingir esse patamar”, enfatiza.

O centro foi criado em maio de 2010, através do interesse de ex-alunos bolsistas do governo japonês, ex-estagiários da Agência de Cooperação Internacional e piauienses interessados na cultura nipônica. O centro promove iniciativas na área de cultura, educação e consultoria japonesa às pessoas. Além disso, aos sábados, são ofertadas aulas de japonês para cerca de 60 estudantes.

 

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Fabiana Ceyhan

Fabiana Ceyhan

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.