Embaixador chinês no Brasil fala sobre 11ª cúpula do BRICS em Brasília

Embaixador da China no Brasil Yang Wanming

O 11º encontro dos líderes do BRICS será realizado nos os dias 13 e 14 de novembro em Brasília. Ao ser entrevistado pelo Grupo de Mídia da China na véspera da cúpula, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, disse acreditar que o encontro vai promover o desenvolvimento da economia mundial a um rumo mais justo e estável e que deve abrir mais uma década de ouro para as cooperações entre países do bloco.

Nos últimos dez anos, o poderio dos países que fazem parte do BRICS vem aumentando. Em 2018, o volume econômico total dos cinco integrantes do bloco ocupou 23,52% do total da economia mundial enquanto o valor comercial representou 16,28% do total mundial. Para o embaixador chinês, o mecanismo do BRICS desempenha um papel importante na defesa do multilateralismo, na manutenção da autoridade da Organização Mundial do Comércio e na promoção da liberdade e facilitação do comércio e investimento.

Diante do abrandamento econômico geral registrado nos cinco países, o diplomata chinês afirmou que o BRICS consiste em uma força poderosa e com grande futuro, cujo desenvolvimento segue uma tendência histórica irresistível. O mecanismo não vai perder força com o passar do tempo, assinalou ele. Pelo contrário, a realização da cúpula vai abrir a próxima década de ouro para as cooperações pragmáticas entre seus integrantes.

Na visão do embaixador, o BRICS está tornando uma importante força promotora para impulsionar o crescimento econômico mundial e aperfeiçoar a governança global.

Matéria publicada pela CRI que autoriza a publicação em parceria com o www.brasiliainfoco.com

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.