Apesar de não ter nenhum caso registrado, lideranças afirmam que o DF está preparado para enfrentar o coronavírus

Gerente de Epidemiologia de Campo da Secretaria de Saúde esclarece: não há casos suspeitos, muito menos confirmados

O avanço do coronavírus na China e em outros países tem causado alarme na população mundial. No Brasil, apesar dos casos suspeitos detectados em seis estados, nenhum deles foi confirmado até o momento. O Distrito Federal ainda permanece livre da doença e do risco de qualquer epidemia. A gerente de Epidemiologia de Campo da Secretaria de Saúde (SES), Meyre Hellen Batista, esclarece algumas dúvidas mais frequentes em relação ao assunto.

Qual a situação do DF agora?
No DF não temos casos suspeitos, muito menos confirmados, até o momento.

No caso de confirmação de algum caso local, o DF está preparado?
Sim. O Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde do Distrito Federal [Cievs-DF) está disponível 24 horas por dia, durante os sete dias da semana, para orientar sobre a conduta necessária quanto aos possíveis casos suspeitos.

Qual é o papel do Laboratório Central de Saúde Pública do DF nessa ação?
O Lacen-DF produz e fornece os kits necessários para a coleta de amostras, tanto para a rede pública quanto para a rede privada. Além disso, processa as amostras dos casos suspeitos e, havendo necessidade, as encaminha para as referências nacionais – Fiocruz Rio, Instituto Evandro Chagas e Instituto Adolfo Lutz.

O que é o coronavírus e o que já se sabe a respeito?
Coronavírus é uma grande família de vírus que podem causar doenças respiratórias que variam desde um simples resfriado até formas mais graves. O tratamento é sintomático.

Qual a situação do Brasil atualmente?
No Brasil, foram registrados nove casos suspeitos, mas nenhuma confirmação até o momento.

Com informações da SES

AGÊNCIA BRASÍLIA *

Jornalista por formação, Professora de Inglês (TEFL, Teaching English as a Foreigner Language). Estudou Media Studies na Goldsmiths University Of London e tem vasta experiência como Jornalista da área internacional, tradutora e professora de Inglês. Poliglota, já acompanhou a visita de vários presidentes estrangeiros ao Brasil. Morou e trabalhou 15 anos fora do país.